Ressucitando um velho caboose

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13 de janeiro de 2010

Ressucitando um velho caboose



Dá pra acreditar que o caboose da foto acima já foi um dia o "brinquedinho de plástico" das fotos abaixo? Pois é, não há como não se surpreender com o poder de um bom banho de sujeira!



Já faz tempo que fiz este trabalho, mas revirando uns backups achei as fotos. Essa história começou quando um amigo me pediu que consertasse o teto de um caboose da Roco que ele comprou usado numa loja de modelismo... O caboose já veio quebrado do antigo dono, então meu amigo acabou comprando-o bem baratinho.

Eu consertei o teto com retalhos de estireno (o branco nas fotos abaixo) e dei acabamento com massa de funileiro e lixa d'água 600. O trabalho poderia ser finalizado apenas pintando o remendo de vermelho, mas como meu amigo me deu carta branca para melhorar o caboose da forma que eu pudesse, resolvi ir além. Envelheci o bicho! E também mudei umas coisinhas...



Primeiro resolvi mudar a cor do teto, de vermelho para preto. E já que o teto seria preto, tive que mudar também a cor dos passadiços, de preto para cor de madeira envelhecida, para melhorar o contraste com o teto preto. O próximo passo foi fosquear tudo com verniz. Isso é importante, pois o próximo passo depende da aderencia que a textura fosca oferece. Com giz pastel triturado, fui manchando as laterais com cores escuras, imitando fuligem e alguma ferrugem. O teto foi manchado com giz pastel cor de areia, de leve. Os passadiços foram envelhecidos com aguadas de tinta acrílica cor de burro quando foge sobre bege. O resultado esperado era a aparencia de madeira velha. Os truques foram envelhecidos usando a mesma técnica já descrita neste blog. E os corrimãos injetados no plástico foram pintados de preto usando uma caneta para retroprojetor (aquelas para escrever em CDs). Depois que estava satisfeito com a "sujeira", apliquei mais uma demão de verniz fosco para selar o giz pastel. O toque final foi dado depois que o verniz secou...



Com pó de grafite e o dedo, fui esfregando os cantos do caboose cujo material, no protótipo, era metal. O grafite dá um efeito metalizado no acabamento, fica parecendo metal onde a pintura descascou, ideal para usar em corrimãos, correntes, volantes, degraus, enfim, cantos metálicos onde há manipulação humana. Depois de pronto, mesmo ao vivo, é difil perceber que alguns detalhes são fundidos ao corpo do caboose. Fica parecendo que são detalhes destacáveis!

Este é o típico projeto que dá pra fazer numa tarde de fim de semana. A maioria do material Frateschi possui detalhes injetados junto com a carcaça. Que tal experimentar estas dicas e dar uma aparência de material importado à eles? No mínimo eles vão ficar muito mais realistas.



Para comprar produtos Roco, consulte nossa lista de lojas de ferromodelismo (ferreomodelismo).

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